sexta-feira, 21 de novembro de 2008

4º Capítulo – UM MARCO NA JORNADA DE HERÓI

4.1 – Agora é hora de você assumir e sumir (II)

4 - Envolvido com cirurgia, meu coração pertencia à Psiquiatria. Casei-me e o dinheiro faltou. Temi nunca realizar minha vocação. Um dia resolvi acabar com plantões em pronto-socorro. Era agora ou nunca! Montei meu consultório. Tinha medo de trabalhar sozinho, mas sentia-me feliz por realizar meu sonho.

5 - Esposa grávida, sem dinheiro, comecei a trabalhar também com pacientes terminais! O garoto nasceu, mas surgiu uma nova oportunidade: fazer Psicoterapia com cancerosos. ENFRENTEI minha vocação! Aí veio o pior: o bebê corria sério perigo de vida! Viveria só com tratamentos caríssimos.

6 - Fui EM FRENTE, todas as tarde e todas as noites, até aos sábados e domingos. Nas manhãs tratava de meu filho, que sobreviveu! Lembro-me desta fase com orgulho. No beber o cálice da provação, senti minha força interior! Valorizei os amigos! Desafios são energia quando ENFRENTADOS com esperança!
4º Capítulo – UM MARCO NA JORNADA DO HERÓI

4.1 – Agora é hora de você assumir e sumir (Ovelha Negra – Rita Lee) (I)

1 - A sua crisálida já rompeu! Já não dá para ser lagarta! É abrir as asas e voar. O desafio? Ser o que você sonha ser, se é que sabe mesmo o que quer! Começa agora a sua jornada de herói! Talvez você esteja vivendo um momento dificil! Se tiver coragem, sua vida nunca mais será a mesma.

2 – Na vida existem marcos que dividem o antes e o depois. Quando decidi ser psiquiatra e entrei na faculdade, resolvi também deixar de viver da mesada de meu pai. Comecei a dar aulas, mas a grana era curta. Depois, os cirurgiões precisavam de assistentes. Percebi que o dinheiro de cada cirurgia era mais do que o das aulas.

3 – Descobri, então, que assistentes eram selecionados por concurso sobre Anatomia. Assim, fui ser monitor desta matéria para aprender o máximo e passei no concurso. Comecei a participar das cirurgias e, às vezes, os médicos solicitavam que eu as assumisse sozinho.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

3º Capítulo - OS INIMGOS DA TRAVESSIA

3.2 – Atolados no caminho

3.2.3 – A armadilha do FAZ-TUDO (IV)

10 –Um concurso que premiava a rosa mais linda. A praça ficou cheia de rosas espetaculares. O ganhador era sempre um militar reformado. Um dia, após a premiação, o mestre indiano Osho seguiu o vencedor até sua casa. Viu que as roseiras eram cultivadas por um velhinho, que lhe revelou o segredo de tamanha beleza:

11 – “As pessoas, em geral, deixam crescer todos os botões e depois escolhem a flor mais bonita. Eu escolho o botão mais bonito e corto todos os outros. Assim, a seiva não precisa dividir-se entre os vários botões e vai toda para uma única rosa, escolhida por mim”.

12 – Jovens que se dedicam a muitas coisas desperdiçam suas energias. Meus primeiros livros são dos anos 1980. Mas, o sucesso só veio no final de 1990. Foram quase 15 anos de espera paciente. Se eu fosse um FT, teria parado logo no início. Encontrando o amor da sua vida, cultive-o com devoção e carinho.
3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 – Atolados no caminho

3.2.3 – A armadilha do FAZ-TUDO (III)

7 – Maria Cristina tinha 22 anos, garra e muito talento. Bonita e inteligente, era uma autêntica FT. Sua vida era uma bagunça total. Nada era realizado direito. Seu apartamento era uma zorra total, um amontoado de coisas, desde livros espalhados até gatos da rua. Cada vez que eu a vi, estava iniciando um outro projeto. Nunca dava seqüência a nada.

8 – Maria Cristina desperdiçava suas energias, lutando com unhas e dentes para mostrar que seria alguém na vida. Mas tanto esforço só causava fracassos. Sua vida só começou a melhorar quando ela tomou cosnciência de que precisava escolher alguns projetos e se dedicar a eles até realiza-los.

9 – O FT vive como uma abelha ou beija-flor, beijando todas as flores, sem se ligar a nenhuma. Ele precisa aprender a pensar, planejar e decidir suas ações. Mais que tudo, precisa aprender a ir fundo na própria vida, descobrindo o que ele quer de verdade.
3º - OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 - Atolados no caminho

3.2.3 – A armadilha do FAZ-TUDO (FT) (II)

4 – Muitos pais não ensinam seus filhos a pensar e refletir. Assim, o FT tem dificuldade para tomar uma decisão consistente. E a angústia maior dos pais começa quando vêem que seus filhos não completam nada do que iniciam. Mas, não percebem que o filho vive estressado, com medo de não conseguir realizar seus projetos.

5 – O FT vive trocando de parceiro, porque busca o relacionamento perfeito, sem defeitos, e não têm paciência para construir uma relação a dois. Ele vive atazanando a namorada, querendo que ela faça milhares de coisas como ele. Como seus pais fizeram com ele na infância, ele cobra da namorada sem o mesmo perfil.

6 –A namorada sendo FT, o casal distancia-se porque ambas as agendas estão lotadas. Agem como sócio em seus projetos e acusam-se um ao outro por não se ajudarem mutuamente nos projetos de cada um. Trabalham apenas para não fracassar. Morrem de medo de serem chamados perdedores.
3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 - Atolados No caminho

3.2.3 – A armadilha do FAZ-TUDO (FT) (I)

1 – O FT começa muitas coisas, mas não termina nada. Agitado, suas ações nascem da impulsividade e não de decisões claras. Faz mil coisas ao mesmo tempo com medo do fracasso e para chegar mais depressa a algum lugar, mesmo sem saber que lugar é esse. Vive sempre atrasado, tentando ser pontual.

2 – Corre como cahorro atrás do próprio rabo. Faz muitos cursos sem proveito, pensando sempre em outras coisas a fazer. Sem foco em suas escolhas, não se decide por uma direção determinada. Não sabe assumir suas escolhas. Sempre indeciso, coloca os pés em dois barcos.

3 – Namora duas pessoas porque não sabe escolher. Quer soluções imediatas, mas fica marcando passo. A exaustão é o único resultado de tanto esforço. Quando viam o filho parado, seus pais, com medo de que se tornasse vagabundo, o matriculavam em todos os cursos, exigindo mergulhar sua criança em alguma atividade.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 – Atolados no meio do caminho

3.2.2 – A armadilha do REBELDE-SEM-CAUSA (V)

13 – Eduardo fazia da vida uma queda-de-braço. Sua namorada vivia chorando. Era bom enquanto as coisas andavam bem. Arrumava problemas para o pai, que me pediu para orientá-lo. O que descobri foi um rapaz muito frágil, que não aprendeu a pedir ajuda.

14 - Quando deixou cair a máscara de todo-poderoso, falou de sua insegurança em cuidar da própria vida. Disse que precisava aprender a escutar as pessoas e aceitar as frustrações da vida. Poderia ser mais feliz se aceitasse o carinho de quem queria ajudá-lo. Aos poucos aprendeu a lidar com suas emoções.

15 – A pergunta mais importante: o que eu quero mesmo na vida? A resposta exige tempo. Importa não mascarar suas inseguranças. Crescer é tomar consciência do próprio potencial, reconhecer as qualidades dos outros, respeitar os próprios sentimentos e os dos outros. Saber se relacionar, sem egoísmo, sem inveja, sem revolta
3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 – Atolados no meio do caminho

3.2.2 – A armadilha do REBELDE-SEM-CAUSA (IV)

10 – Quando está chateado, distribui pancadas em quem estiver por perto. Depois de desabafar e humilhar a namorada, sai com todas as mulheres que encontra, vingando-se dela.Transa com todo mundo como se fosse a sua maior expressão de grandeza, mas reafirma a própria incapacidade de amar.

11 – O RSC se parece com um porco-espinho. Agressivo por fora e frágil por dentro. Os espinhps servem para proteger sua verdadeira fraqueza. Muitos jovens, com vontade de chorar, brigam. Mais cedo ou mais tarde descobrirá que machucou sem precisão a si próprio e aos seus.

12 - Ele não consegue pedir ajuda e, por isso, se vira sozinho e acaba fazendo besteira. Sem reconhecer os próprios erros, acusa os outros por seus problemas, causando mais problemas em vez de solução. Com dificuldade de trabalhar em equipe, vive trocando de emprego.
3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 – Atolados no meio do caminho

3.2.2 – A armadilha do REBELDE-SEM-CAUSA (III)

7 – O RSC, na verdade, agride a si mesmo. Enquanto espera que “os outros se danem”, confirma a idéia de que “sou eu mesmo que me dano”. A infância do RCS foi marcada por pais ausentes e omissos.Como não podia contar com os pais, tinha que se virar sozinho e se tornava extremamente sensível, por sentir-se abandonado.

8 – A criança abandonada, que não tem com quem dividir a dor da solidão, começa a esconder sua tristeza brigando com os outros. Já que os pais não lhe dão carinho, arruma problemas para ver se consegue um pouco de atenção.Briga para dizer que está precisando de carinho.

9 – Quando grita com os irmãos, bate a porta ao discutir com a mãe, desafia o pai, chuta o cachorro, ele não percebe que as pessoas ficam com medo e se afastam mais ainda, aumentando a sua gigantesca solidão. Na verdade aquilo de que precisa é de amor!
3º Capítulo – OS INIMGOS DA TRAVESSIA

3.2 - Atolados no meio do caminho

3.2.2 – A armadilha do REBELDE-SEM-CAUSA (II)

4 –Sentir-se todo-poderoso leva muita gente à uma vida sexual desregrada. Somos livres, mas acho que não vale a pena desrespeitar nosso corpo e nossa consciência apenas para provar força. Transar de qualquer jeito pode levar ao final da própria vida.

5 – O maior problema do RSC é administrar o sentimento de impotência, construir a própria capacitação e batalhar por seus objetivos. Muitos buscam a autoconfiança também no consumo de bebidas. A timidez é anestesiada, a incompetência se esvai, o medo de demissão acaba, a insegurança foge e ele se sente capaz de ousar, de arriscar, de buscar sucesso.

6 – O RSC ignora que as drogas destroem o cérebro e tiram a vontade de batalhar por seus objetivos. Ele diz que não é viciado e poderá parar na hora certa. O álcool provoca o sentimento de fuga e invencibilidade. Nunca foi tão grande e tão cedo o número de jovens alcoólatras.
3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 – Atolados no meio do caminho

3.2.2 – A armadilha do REBELDE-SEM-CAUSA (RSC) (I)

1 – Para o RSC, esbofetear o vento e esbravejar contra tudo e todos é a melhor forma de mostrar-se forte, independente, dono do próprio nariz. Brigar é ser autônomo; armar confusão é ser autêntico; mostrar rebeldia é tornar-se adulto. Na verdade, gritar e pisar é ser criança, fingindo ser gente grande!

2 – Alta velocidade e não aceitar cobranças é confundir rebeldia com maturidade. Fazer barulho é não ter idéias claras e, por isso, não ouvidas. O RSC parece forte e superior, mas vive mais perdido que cego em tiroteio. Tantas encrencas só fazem que os outros queiram se vingar dele. Por isso, vive sempre estressado.

3 – O RSC tem o comportamento infantil porque o bebê só se comunica berrando! Apesar de adulto, ele não aprendeu a dialogar com os outros. Um dia a máscara cai e o RSC não agüenta mais se olhar no espelho. Suas encrencas são caminho para a auodestruição

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 – Os tipos de atolado

3.2.1 – A armadilha de Peter Pan

7 – Insatisfeito, Peter Pan acusa os outros de egoísmo, mas não se preocupa de amar os outros. Chora, bate o pé, se queixa de sofrimento, mas não faz nada para mudar. As entrevistas com ele denunciam sua falta de iniciativa e revelam que contratá-lo não vai ajudar empresa nenhuma.

8 – Marcos é um desses rapazes – estudante profissional – que se prepara para entrar na terceira faculdade! Inventa sempre uma desculpa para desistir. O único futuro de Marcos é continuar estudando para sempre. Ele faz qualquer coisa para não ter de trabalhar. No fundo, tem medo das responsabilidades da vida adulta.

9 – Existem adultos que agem exatamente como adolescentes mimados. Preferem reclamar de tudo o que acontece. Você conhece alguém que esteja deixando a vida passar dessa maneira? Será que você também não está atolado como um Peter Pan?
3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 – Os tipos de atolados

3.2.1 – A armadilha de PETER PAN

4 – Peter Pan repete uma idéia genial sem se sacrificar por ela. Critica tudo e todos, mas não realiza nada por conta própria. Geralmente, os Peter Pan da vida tiveram pais superprotetores, que os chamam pelos apelidos infantis. Mesmo com muita sorte, não terão a chance de tocar a própria vida.

5 – Há nesse caso uma doença hereditária indolor. Você poderá queimar e cortar o Peter Pan ou arrancar-lhe o braço e ele não sentirá nada. Parece ser alguém feliz, mas não sente nenhum prazer. Um toque no ombro, um beijo ou um abraço nada dizem para ele. Ele evita as dores da caminhada, mas também abre mão de todo prazer.

6 – Uma pessoa de 30 anos, que vive como se fosse um adolescente, deixa de experimentar muita coisa boa. “Geração-canguru” são os 30% de jovens por volta dos 30 anos que não deixaram a casa dos pais. Pra se casar, o Peter Pan procura alguém que o mimem como seus pais.
3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.2 – Os tipos de atolados

3.2.1 – A Armadilha de PETER PAN

1 – Peter Pan torceu para que o Capitão Gancho recebesse a devida lição e para que Wendy vivesse feliz para sempre ao lado do seu herói. Ele era um garoto que se recusava a crescer e, por isso, vivia em um mundo fantástico, a Terra do Nunca. A vida se resumia às brincadeiras do mundo do faz-de-conta.

2 – O Peter Pan de hoje se recusa a crescer. Faz faculdade de segunda linha, empurra as tarefas escolares com a barriga e vai se arrastando de ano a ano. Ele é também a jovem mãe que passa o filho para a avó criar, sem responsabilidade pela vida da criança que trouxe ao mundo.

3 – Peter Pan é ainda o jovem que conversa sobre conquistas imaginárias, sem batalhar por elas. Sonha em realizar desejos, mas tem medo de fracassar e não se arrisca. Personagens da mesma laia cercam os Peter Pan atuais. Juntos, brincam e contam piadas. E se um deles começa a realizar seus sonhos, é logo afastado do grupo.
R - 3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.1 – Atolados no meio do caminho

1 – Uma infância com pais muito críticos e controladores posw prejudicar a autoconfiança do indivíduo. Pais que mimam demais os filhos matam sua necessidade de buscar seus caminhos por iniciativa própria. O potencial de crescimento é uma força de todos os seres humanos.

2 – O problema é que muitas vezes as pessoas não não percebem que estão atoladas. Por fora, estão fazendo muitas coisas, mas todas elas só levam à dependência. Eis três maneiras de atoleiros das pessoas na vida: agir como Peter Pan adulto, como um Rebelde sem causa e como Aquele-que-faz-tudo.

3 – O primeiro atoleiro é a gente agir como um PETER PAN adulto mas com estilo de vida de quando era criança. Outro atoleiro é tornar-se um REBELDE SEM CUSA, na ilusão de que fazer loucuras é um atalho para se tornar um adulto poderoso, O último atoleiro é o daquele que FAZ TUDO ao mesmo tempo, mas não completa nada e vive sempre na dependência dos pais.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.1 – Não tenha medo do bicho-papão (III)

7 - Quando Mariana veio conversar comigo, seus nervos estavam arrebentados. Sugeri um emprego. Pedi que ouvisse as
vozes em sua mente. Que fizesse algumas sessões de psicoterapia. Mas, aos poucos, ela aprendeu a lidar com suas emoções, assumindo uma postura mais leve e tranqüila. Finalmente passou no concurso para promotora.

8 - O problema de Mariana não era falta de conhecimento, mas de auto-confiança. Pois é. O medo imaginário não é um inimigo que se apresenta de maneira clara. Às vezes, ele vem camuflado de brigas de irritação com alguém. Aparece disfarçado de preguiça, naquele desejo de adiar as coisas.

9 - Nem sempre é fácil perceber o domínio do medo. Tudo parece normal. O medo se disfarça em fazer algo que nada tem a ver com o objetivo da vida. Como aquele rapaz que ia fazer o vestibular para medicina e resolveu fazer um curso para ator! Por que fazer curso para ator justamente então?
3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.1 – Não tenha medo do bicho-papão (II)

4 – “E a ansiedade, Dr. Roberto?” – A ansiedade é uma agitação provocada pelo medo, que faz a pessoa agir por impulso, sem manter a calma.Na areia movediça, o pior erro é o desespero. Quanto mais a gente se debate, mas o corpo afunda. O segredo é controlar a ansiedade e se movimentar o menos possível.

5 – Nos momentos de pressão, precisamos manter a calma e a determinação. É bom contar até dez! O medo e a ansiedade causam estagnação e desvios, afastando você da sua capacidade de crescimento pessoal. Mariana não conseguia passar no concurso. Sabia quase de cor as aulas do cursinho. Mas, na hora da prova, sentia tanto medo de fracassar que sua mente ficava travada.

6 – O medo virava um jacaré gigante para Mariana. Assombrada, ela só sabia repetir: “E se eu falhar mais uma vez?” Ela parecia estar sempre andando em círculos, sem chegar a lugar nenhum, como se tivesse um formigueiro nos pés, tamanha era sua agitação!
3º Capítulo – OS INIMIGOS DA TRAVESSIA

3.1 – Não tenha medo do bicho-papão (I)

1 – Muita gente deixa de viver com medo do bicho-papão.O medo imaginário envolve a pessoa e a convida a parar. Imagine você atravessando um rio a nado e dando com os olhos esbugalhados de um jacaré! Suas braçadas parariam de repente, assim como a sua respiração. Nada o convenceria a nadar em frente.

2 – De onde vem esse medo? São as vozes na sua cabeça, dizendo que as coisas não vão dar certo. Muitos familiares e educadores vivem repetindo para a criança que ela não vai conseguir realizar seus desejos. Essas mensagens vão para o seu inconsciente e continuam a pressioná-la, criando fantasmas no caminho de seus projetos.

3 – O medo imaginário é apenas um tronco parecido com um jacaré. Quando os jacarés aparecerem em seu caminho, resista à tentação de desistir de sua travessia. Olhe bem para eles e verá que são troncos incapazes de fazer estrago na sua vida.

domingo, 9 de novembro de 2008

2º Capítulo - FAÇA A VIAGEM VALER A PENA

2.5 – É gostoso demais ser você mesmo

No meio do caminho nossa caminhada não traz somente incertezas! Há coisas muito gostosas também. Por exemplo: é agradável saber que você e seus amigos juntos conseguiram realizar um projeto desejado e planejado por vocês. Faz você feliz saber que a pizza que comeram há pouco foi uma escolha do grupo de amigos. Traz satisfação sentir que você está construindo o seu destino!

Tenho um amigo que, com o primeiro dinheiro que recebeu com uma iniciativa sua, comprou uma camiseta preta de uma banda de rock’n’roll que ele namorava há muito tempo, mas que seus pais nunca comprariam para ele. Ele ainda conserva a camiseta como seu amuleto de sorte. Toda vez que está inseguro com alguma coisa, olha sua velha camiseta e tem certeza de que vai conseguir vencer seu desafio.

É muito gratificante a gente sentir que está construindo o próprio destino,com o suor do próprio rosto. Tenho certeza de que, daqui a alguns anos, você olhará para a etapa atual de sua vida com muito orgulho por ter tido a coragem de perseguir com determinação seus objetivos e seus sonhos.
2º Capítulo – FAÇA A VIAGEM VALER

2.4 – Não tenha medo de caminhar no escuro (II)

4. Depois, eu encontrei outro jeito de fazer meu trabalho, seguindo minhas convicções, sem eletrochoques. Deus escreve certo por linhas tortas. “Deus nunca erra. O que falha é a nossa compreensão do amor de Deus!” As surpresas do caminho são inevitáveis. Importante é alcançar a própria meta.

5. Na indecisão, converse consigo. Escute a mensagem do silêncio como os índios norte-americanos. Analise suas opções, escolha e avance! Pedra que não rola pega lodo. Água parada apodrece! Hesitar à beira do atoleiro é fazer a vida estancar! È claro que o desconhecido dá medo.

6. mas, o que seria da borboleta se a lagarta não saísse do casulo? Se o botão não quisesse abrir, o que seria da rosa? E o que seria do ser humano se o bêbê teimasse em não sair do útero? Avançar é esforço, mas sempre construtivo. O desafio diante do desconhecido é fascinante! Traz prazer e premia com resultados não imagináveis.
2º Capítulo – FAÇA A VIAGEM VALER

2.4 – Não tenha medo de caminhar no escuro (I)

1. Viver não é preciso, mas é preciso navegar e estar pronto para as surpresas como os Argonautas gregos. Muitas vezes vai ser preciso olhar o estrago da casa à beira do rio demolida pela enchente, chorar alguns minutos e começar a construir tudo de novo, agora com alicerces mais seguros.

2. A meta da navegação tem que ser clara, mas os obstáculos são imprevisíveis! Meu professor de psiquiatria me deu chances de aprender muito. Ele era um psiquiatra clássico com remédios, internações, eletrochoques. Eu fui absorvendo tudo o que ele me ensinava.

3. Ele prometeu contratar-me como seu assistente. Disse que queria que eu fosse seu sócio no seu hospital. O meu futuro estava desenhado! Mas, um dia, voltando das férias na praia, minha mãe veio dizer-me: “Seu professor morreu!” Lágrimas correram pelo meu rosto de dor pela morte de um amigo e de frustração por meu futuro desmoronado!
2.4.4 – 4ª Etapa: A CERTEZA

Marly notou que seu caminho era amar Marco e construir com ele seu casamento real e não virtual. O amor renascido pela família, era fruto do amor aprendido na casa dos pais.A continuação desse amor era seu novo lar.

A realização de Marly como adulta dependia de um relacionamento novo com as pessoas e da construção um casamento real e não virtual. Quando essa certeza virou uma decisão de avançar, Marly aprendeu que tinha pela frente o compromisso diário de aprender a escutar Marco e resolver seus impasses com diálogo e cumplicidade.

Você também tem que aprender com Marly. Seu crescimento como pessoa tem que acontecer com sua decisão de continuar as mudanças na sua vida. Esse é um contrato assinado consigo mesmo, no qual consta que vai avançar para águas mais profundas.
2.4.3 – 3ª Etapa: O LUTO

Após os primeiros passos da mudança e as primeiras frustrações, sente-se o luto. Marly morreu para o passado. Ao olhar para trás, ela viu que não havia volta e teve a sensação de perda.

O mundo que você deixou para trás jamais voltará. Aliviado por ter vencido as etapas anteriores de indecisão e dúvida, você sente dor por renunciar ao passado. Em tribos do Xingu, leva-se essa etapa muito a sério.

O menino índio, após um isolamento, recebe um novo nome. Isso marca que a criança morreu e o adulto nasceu. Marly aprendeu com o luto a ver o lado bom da família e entendeu que seu desejo do próprio lar era sólido.

Viu que saiu de casa não para se livrar dos pais, mas para construir sua nova família. O amor de Marco e a vontade de ser feliz com ele foi um caminho sem volta! Infelizmente, há gente que não tem a força de vencer a dor de uma perda..
2º Capítulo – FAÇA A VIAGEM VALER A PENA

2.4 – AS FASES DA TRAVESSIA

2.4.1 – 1ª Etapa: O IMPULSO

Marly ganhou confiança e força para iniciar sua jornada ao deixar a casa dos pais. Outros problemas incomodam outras pessoas, que sempre agem por impulso para se livrar da dificuldade! Feita a mudança, é preciso ficar firme para transformar a vida.

2.4.2 – 2ª Etapa: A FRUSTRAÇÃO

A ilusão de Marly é que tudo iria ser um mar de rosas. O príncipe encantado virou um sapo cheio de obrigações. E o sonho de princesa virou um pesadelo de frustrações. Marco era apenas um ser humano com limitações.
As mordomias da casa paterna viraram um filme de Hollywood e ela pensou em voltar ao passado. É assim que muita gente desiste de seu projeto de vida nessa fase e regressa à situação anterior, mais confortável. Recuar, então, é viver frustrado
2.3 – AS FASES DA TRAVESSIA (II)

4. – Marly se 2º Capítulo – FAÇA A VIAGEM VALER A PENA
enganou ao mudar sua vida? Não. Ela deu o primeiro passo, ao encarar o desafio de começar uma vida a dois, mas parou no primeiro tropeço.
Faltou-lhe a consciência de que morar com Marco era somente um passo na longa caminhada de aprender a conviver com outra pessoa.

5. – Marly foi percebendo que não havia aprendido a resolver as dificuldades por meio de conversa e entendimento com as pessoas. E percebeu que isso precisava mudar em sua vida. Se quisesse construir um verdadeiro relacionamento de amor, algo teria de mudar em suas atitudes.

6. - Então, Marly domou seu gênio e continuou a vida ao lado de Marco, que teve também de aprender a dividir melhor seu tempo entre o trabalho e a esposa.
A história de Marly tem quatro etapas: (1) o impulso de deixar o que incomoda;(2) a frustração; (3) o luto; (4) a certeza.
2º Capítulo – FAÇA A VIAGEM VALER A PENA

2.3 – AS FASES DA TRAVESSIA (I)

– Marly adorava reclamar dos pais, brigando, exigindo, querendo tudo do seu jeito. Trancava-se no quarto para não ter de falar com ninguém. A única pessoa que ela ouvia era Marco, o namorado. Ele acreditava que tudo seria diferente quando fossem morar juntos.

– Já debaixo do mesmo teto, quantidade de problemas começou a incomodá-la. Marco não participava das atividades com ela, pois tinha de trabalhar até tarde. O sonho de Marly ficou reduzido a esperar Marco chegar a casa, tarde da noite, muito cansado.

– As brigas e reclamações começaram como na casa dos pais. E ela continuava com suas angústias e insatisfações. Deu vontade de acabar com o relacionamento e voltar para a casa dos pais, se separando de Marco. O que será que aconteceu então com Marly?
2º Capítulo – FAÇA A VIAGEM VALER A PENA

2.2 – O VERDADEIRO MILAGRE (II)

4. – Você perguntará: “Mas, Roberto, então não é possível realizar um sonho?” Sem dúvida. Mas é preciso ter claro que os sonhos são construídos no dia-a-dia, tijolo sobre tijolo, com paciência e determinação. Eu não acredito em passes de mágica, mas acredito em milagres!

5. – Milagres? Sim, quando a pessoa toma consciência de que merece uma vida melhor; quando a gente tem prazer em fazer coisas que, para muitos, são chatas; quando um jovem se pergunta: “Que vou fazer para ganhar o meu dinheiro?”; quando um jovem decide tomar a frente de sua vida.

6. – O meu milagre diário é escrever livros, que vão ajudar outras pessoas a encontrar seu caminho. Milagre acontecerá em sua vida quando você sentir prazer
em realizar, todos os dias, algo que faça sua vida ter sentido. Um toque de varinha mágica não vai transformar sua vida de uma vez.
2º Capítulo – FAÇA A VIAGEM VALER A PENA

2.2 – O VERDADEIRO MILAGRE (I)

1. – A varinha mágica da fada da infância acaba criando ilusões nos adultas. Muitos ainda pensam numa fada que vai fazer da gata borralheira uma princesa encantada. Hoje, a fada madrinha possúi diferentes disfarces. Moças bonitas sonham com um olheiro de agência de modelos, que mudará suas vidas em um toque de mágica.

2. – Em geral, o olheiro não vai escolhê-las. Para as poucas escolhidas terá início muito trabalho, dedicação e sacrifícios. O sucesso acontecerá apenas para poucas moças, por meio de intermináveis dietas, incontáveis testes, noites mal-dormidas e sessões de fotografias. Não convém se iludir com o encantamento das capas de revista!

3. Tem namorado (a) que imagina: se o (a) parceiro (a) mudar o modo de agir, as brigas dos dois serão resolvidas, talvez à base de terapias! Na verdade, o bom namoro e o bom casamento são construídos por meio de conquistas diárias, graças à autocrítica e à corresponsabilidade.
2º Capítulo – FAÇA A VIAGEM VALER A PENA

2.1 – DESTRUA A VELHA HOME PAGE E CONSTRUA O SEU NOVO SITE (II)

4 – Uma amiga riquíssima me contou sobre a alegria de se mudar para uma casa de estudantes. Dividiam um quarto pequeno, controlavam os gastos com comida e elas mesmas limpavam o apartamento. Era ótimo respirar o ar da própria casa. Isso a fazia muito feliz.

5.- Que bom que minha amiga largou o conforto do passado e criou a própria história. É muito melhor enfrentar mais uma batalha difícil do que ter uma derrota permanente. Sair de casa para estudar fora pode fazer você ficar inseguro, mas depois vai se sentir feliz por sentir-se você mesmo.

6.- Se o passado frustrante ou o presente insatisfatório estão pesando em sua vida, não vá fazer como o urso da nossa estória. Largue logo o seu caldeirão e parta em busca de novas possibilidades na sua vida. Construa o novo site de sua vida!
2º Capítulo - FAÇA A VIAGEM VALER A PENA

2.1 – DESTRUA A VELHA HOME PAGE E CONSTRUA O SEU NOVO SITE (I)

1.- Um urso procurava alimento e chegou a um acampamento com um enorme caldeirão colocado sobre uma fogueira. Aproximou-se, abraçou o caldeirão e o retirou do fogo. Seu peito e suas patas começaram a queimar com o ferro em brasa.

2. – Em vez de largar caldeirão, ele o prendia ainda mais contra o peito. E urrava de dor e de raiva, porque pensava que outro animal queria tomar o seu alimento. . Agarrado ao caldeirão o urso morreu, vencido por aquele estranho animal que ousava desafiá-lo.

3. – Nós nos agarramos às coisas do passado como se não pudéssemos viver sem elas. Os desafios colocados diante de nós são como o caldeirão do urso. A dor vem exatamente de apertar o caldeirão do apego ao passado em vez de largá-lo.A vida tem que se renovar. 2º Capítulo – FAÇA A VIAGEM VALER A PENA
1º Capítulo – DÁ TRABALHO, MAS É LEGAL.

1.3 – A CRISE AVISA: A VIDA CHEGOU À SUA PORTA (II)

4. Existem milhões de Jorge por aí. Toda mudança é um desafio, envolve alguma dor. Mas às vezes não mudar dói mais! E a gente só decide mudar quando a dor que se passa é mais forte do que o medo da transformação.

5. É preciso perceber os avisos de insatisfação de sua alma para escutar a voz da sua consciência dizendo: VAMOS LÁ! AGORA É COM VOCÊ! Pois um dia você percebe a infantilidade de querer mudar sua mãe, de discutir com seu namorado ou criticar seu chefe.

6. Então resolve cuidar de ser feliz e cuidar melhor de sua carreira. Quando o desconforto aumenta, surge a coragem de dizer para si mesmo: É AGORA OU NUNCA! E nesse momento começa a sua JORNADA DE HEROI.
1º Capítulo – DÁ TRABALHO, MAS É LEGAL

1.3-A CRISE AVISA QUE A VIDA CHEGOU Á SUA PORTA (I)

1 Toda mudança começa com uma crise. Suas coisas de valor já não satisfazem. Mas deixá-las mete medo. É natural você querer outras coisas na vida: vencer, crescer, ser feliz! Mas as chances de ter êxito são fracas: competição e desafios! Há muitas contradições e dúvidas.

2 Essa situação lembra Matrix, Indiana Jones, O Senhor dos Anéis - filmes em que o artista vive uma rotina até um chamado para uma missão, mas com provações chamadas de JORNADA DO HERÓI. Se você está sendo chamado pela consciência para realizar seu potencial de ser, a solução é fazer as malas e embarcar na aventura da vida.

3 Jorge, filho de um amigo, trabalhava com o pai sem horário. Sua rotina sem graça - festas, cerveja, namoros - já não o satisfazia.Precisava mudar, mas tinha medo. Um dia desabafou: tenho medo de fracassar! E eu lhe disse: esse é um bom começo: reconhecer o medo e abrir o coração é o primeiro passo para vencer.
1º Capítulo – DÁ TRABALHO, MAS É LEGAL!

1.2 – HORA DE AVANÇAR

1. Um dia você percebe que muitas coisas começam a deixá-lo chateado: reclamações, broncas... detesta pedir dinheiro, esperar o (a) namorado (a) que não lhe dá satisfação. Liga pra o (a) amigo (a) e ele (a) não tempo pra você. Um amigo convida você pra festejar seu sucesso e você se sente diminuído.

2. Alguma coisa não está indo bem. A consciência acusa alguma coisa errada. Você sente que nasceu para uma felicidade ainda não achada. O desconforto aumenta, a voz do medo começa a martelar sua consciência. “Pra que largar as minhas coisas?”

3. A cabeça fica confusa ouvindo duas vozes: uma diz – VÁ EM FRENTE! E a outra: VOCÊ NÃO PRECISA DISSO. Relaxe! Deixe as coisas como estão! As pessoas sem coragem de avançar começam a tentar calar essas vozes, apelando para o álcool, a gula e as drogas. A única solução é escutar a voz do coração e SEGUIR EM FRENTE!
1º Capítulo – DÁ TRABALHO MAS É LEGAL

1.1 – NO MEIO DO CAMINHO TEM DESAFIOS

4. Mas quando o impasse que você está vivendo é: “será que eu consigo ser a pessoa que eu quero ser?” só existe uma resposta: SIM! VAMOS EM FRENTE! O primeiro impasse foi o seu berreiro ao respirar sozinho pela primeira vez.

5. Depois vieram outros atoleiros: o primeiro dia de aula – a primeira noite fora de casa – talvez a dor de ver os pais se separando – o primeiro namoro – a primeira transa – o primeiro emprego. E tantos outros desafios com mais prazer e menos sofrimento que outros.

6. Todos despertaram em você o medo da mudança, a insegurança de quem vai dar um passo rumo ao desconhecido e o alivio alegre de ter avançado.As coisas passadas tornaram-se apenas lembranças de um momento de mudanças.
1º Capítulo – DÁ TRABALHO MAS É LEGAL

1.1 – NO MEIO DO CAMINHO TEM DESAFIOS

1. Hoje o excesso de competição está presente em tudo: no mercado de trabalho, nas relações amorosas, na convivência com os amigos. Viver é ENFRENTAR desafios no caminho do nosso crescimento, tendo de batalhar para realizar uma conquista.

2. Você já imaginou Ronaldo, o Fenômeno, na sala de fisioterapia, fazendo o mesmo exercício por horas a fio? Será que vale a pena tanto sofrimento? Esse sacrifício vai dar resultado? Não deveria parar de jogar agora que ainda é jovem e tem dinheiro para aproveitar a vida?

3. O seu impasse pode ser você tornar-se a pessoa que você deseja ser e realizar seus projetos de vida. Desafios vão aparecer no seu caminho: Devo me casar? Ter filhos? Montar minha empresa? Essas são apenas perguntas que você pode responder com um sim ou com um não.)
UM JOVEM MUITO COMPLICADO (Roberto Shinyashiki com carinho)

Eu era um rapaz normal, achando que tudo que era ruim só acontecia com os outros e por causa dos outros. Eu arriscava muito, porque me sentia vacinado contra todos os riscos, no direito de fazer o que e como eu quisesse.

Tinha o coração cheio de angústia e insegurança e não queria crescer, porque o que eu via nos adultos não me dava vontade de tornar-me um deles. E eu tinha medo de não dar certo na vida.

Ter uma banda era uma forma de mostrar meu modo de ser. Decidi ser músico. Pra ser diferente, acabava fazendo apenas o que eu pensava ser certo. Assim, acabava causando dor às pessoas que eu amava, além de machucar-me muito.











UM JOVEM MUITO COMPLICADO – APRESENTAÇÃO 02

Pensamentos depressivos passeavam pela minha cabeça. Os amigos foram fundamentais para eu encontrar o meu caminho. Sua lealdade me ajudou a me sentir amado. O diretor do colégio em que estudei acreditou em mim.

Em uma avaliação para ser aprovado na escola, uma professora falou mal de mim. O diretor disse então: “O Roberto é um rapaz inteligente, que tem talentos e habilidades. Ele vai fazer muita coisa boa para as pessoas.”.

O que mais lembro de minha psicoterapeuta é o seu olhar de confiança no meu futuro. Pensei em fazer para outras pessoas o bem que ela me fazia. Decidi por isso cursar medicina e me tornar psiquiatra.













UM JOVEM MUITO COMPLICADO – APRESENTAÇÃO 03

Ajudar as pessoas tornou-se a razão do meu trabalho. Consegui enfrentar os desafios que me ajudaram a chegar onde estou hoje. Percebi que a jornada não seria fácil. Mas cada vitória se tornou ainda mais saborosa.

O mundo está de cabeça para baixo. O mercado de trabalho está louco. Os relacionamentos afetivos estão em mudança absurda. Não é surpresa que muitos jovens se sintam muito inseguros em relação a seu futuro.

Uma pessoa como você vai seguir adiante em seu caminho. Chegou a hora de começar sua caminhada. Avance! Mesmo com medo, siga adiante. Não deixe que o passado o impeça de realizar seus sonhos.













UM JOVEM MUITO COMPLICADO – APRESENTAÇÃO 04

Foi importante para mim dar adeus ao passado olhar pro meu futuro. A princípio eu achava que estava me privando de muitas coisas como o alcoólatra, que quer deixar de beber, sente falta do álcool. Mudar é sinônimo de crescer.

Relembrando o mundo em que comecei a viver, eu me dou conta de que os desafios de meus filhos são muito maiores do que os meus. Hoje temos que enfrentar violência, drogas e crianças carentes por falta dos pais.

A única maneira de você resolver o seu futuro é buscar a sua razão de viver. Acredite em você. Creio na sua capacidade de superar todos os obstáculos. Então, irá olhar-se no espelho e sentir orgulho de si mesmo. A vitória virá!
QUEM É O AUTOR DO LIVRO “SEMPRE EM FRENTE ENFRENTE” ?
Roberto Shinyashiki é médico psiquiatra, um profissional que orienta presidentes de grandes empresas, atletas olímpicos, artistas famosos e empresários de sucesso.

Muitos adultos pensam que os jovens não querem nada na vida, são acomodados. Esses adultos não percebem que o mundo em que os jovens estão vivendo está de cabeça pra baixo e é exigente e cruel! Os pais cobram muito dos filhos e são um peso na vida deles.

Com sua experiência de jovem complicado e sua sabedoria, o autor coloca-se ao lado dos jovens para apontar caminhos e inspirar realizações. Este livro é um convite a perceber que podemos ENFRENTAR o medo do futuro, superar desafios e realizar sonhos.
Alô, AMIGO (A) S,

Recebi de presente, o livro ‘SEMPRE EM FRENTE - ENFRENTE’
de Roberto SHINYASHIKI.

Começa com uma frase de Renato Russo:
“Sempre em frente. Não tenho tempo a perder”.

Eis o índice do livro:

Capítulo 1 – Dá trabalho, mas é legal
“ 2 – Faça a viagem valer a pena
“ 3 - Os inimigos da travessia
“ 4 - Um marco na jornada do heró
“ 5 - Os seus poderes interiores
“ 6 - Os anjos da guarda
Conclusão - Vá com Deus!

A SUA VIDA NÃO É UM PROBLEMA A SER RESOLVIDO,
MAS UM MISTÉRIO A SER DESVENDADO!

CREDITE EM DEUS.
ACREDITE EM VOCÊ.
E AVANCE SEMPRE!

O UNIVERSO ESTÁ PRONTO PARA APLAUDIR SUAS VITÓRIAS.

V A COM DEUS!